22 de maio de 2014

GODZILLA | Filme 2014 | ANÁLISE | CRÍTICA | TRAILER





Um filme que fez muito barulho desde o início de sua produção foi Godzilla, mas a espera foi decepcionante, começando pelo trailer que não ajudou nem um pouco no bom desempenho nas bilheterias, no dia em que eu assisti, plena estréia do filme no Brasil minha sala estava vazia.

A expectativa não podia ser pior, esperava um filme tosco e com efeitos péssimos por se tratar de uma reedição do Godzilla de 1954. Não chegou a isso tudo, mas a história tem diversos erros e se mostra um filme desnecessário. Ainda fico me perguntando porque gastar tanto tempo e tanto dinheiro pra errar em coisas simples como o roteiro e história.

Tenho algo a ressaltar pra quem vai assistir, não pague o 3D, não vale a pena, quase todo filme é na escuridão, e em alguns momentos parece que o 3D te afasta do filme dificultando a interação com a história, nunca me senti tão incomodado com um 3D como neste filme.

Diria que a fotografia deste filme, é razoável, não trás nada novo e muito surreal. Destruição se repete ao longo do filme e se torna cansativo. Digamos que na verdade quem nós pensávamos que iria fazer isso não fez.

A trilha se mostra pequena diante das cenas e nos afasta mais ainda da realidade que o filme propõe. O Elenco com Bryan Cranston, que leva a melhor na atuação, aparece pouco, e o restante do elenco faz o papel que o filme pede (que não é muita coisa).

Digamos que o desfecho do filme surpreende, pois vamos ao cinema com uma mentalidade muito diferente do Godzilla, que mostra que está do outro lado da moeda. (Agora um comentário a parte, acho que esses 60 anos afastado do cinema, engordou e muito o Godzilla que se encontra obeso e velho.)

No resumo geral, eu não teria pago antes de assistir e sai da sala de cinema com a mesma opinião. Mas como o cinema está fraco nesse início de Maio, acabei assistindo. No demais não esperem um grande filme, nem um filme razoável, vão para se distraírem.

Nessa análise terminamos aqui, espero que tenham gostado, até a próxima.


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