29 de maio de 2014

Viciado em celular? Saiba quais as consequências.



Nomofobia. Assim são intituladas as pessoas que não conseguem se desconectar dos aparelhos. Trata-se de uma relativa sensação de desconforto e impaciência em função da impossibilidade de se comunicar virtualmente. Com o incansável trabalho das grandes indústrias da tecnologia, suas invariáveis funcionalidades englobam um verdadeiro exercito de consumidores.

No Brasil, o numero de celulares ativos gira em torno de 270 milhões. O Smartphone é o campeão de vendas, em paralelo, outros modelos com diversas funções e preços. A tecnologia é um verdadeiro universo de possibilidades, e mesmo aqueles que não a veem com bons olhos, reconhecem que de fato, esses meios, facilitam e muito o nosso dia-a-dia.

Porem, de acordo com psicanalistas do mundo todo, a excessiva presença da telefonia móvel em nosso cotidiano, pode trazer algumas consequências. Por exemplo: comprometer diretamente o desempenho profissional, as relações sociais, e causar breves sintomas de DDA: (distúrbio de déficit de atenção) afetando também, o psicológico.

O reconhecimento por parte do usuário é fundamental: O aparelho descarrega em poucas horas, fica profundamente irritado com uma rápida queda no sinal, recebe inúmeras advertências de familiares a amigos pelos excessos, sintomas de ansiedade e angústia por uma eventual falta do objeto, são características que devem ser observadas.

Em casos extremos, é necessário o acompanhamento intensivo de profissionais da psicologia, para um eventual tratamento. Ter a consciência de que a interatividade com o mundo físico é importante, resurge como o grande impasse da questão. Entre selfies e likes, cabe a você usuário, medir o tempo e a melhor forma de usar seus celulares, sem que isso comprometa a qualidade de vida.



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